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5 Dicas Para as Crianças e Jovens Utilizarem as Mochilas de Forma Correta e Evitarem Dores nas Costas

Infelizmente, há cada vez mais ocorrências de queixas ao nível das costas por parte das crianças e adolescentes nas últimas décadas. Estima-se que 60% deles já sentiram inclusive algum tipo destes episódios e que 10 a 15% sentem este tipo de desconforto constantemente, acabando por ter impacto na vida escolar, pessoal e social. As dores que falamos estão associadas a desequilíbrios musculares desencadeados pelo excesso de carga que transportam diariamente. Como estamos na época do regresso às aulas, tentaremos portanto, contribuir para uma maior sensibilização para este problema “dando alguns conselhos sobre a correta utilização das mochilas”.

  • As mochilas devem ser leves, almofadadas e ajustadas ao tamanho da criança/jovem,
O peso da mochila não deve exceder 10 a 15% do peso corporal devido às alterações biomecânicas nas costas que poderão ocorrer com esta sobrecarga
O peso da mochila não deve exceder 10 a 15% do peso corporal de forma a evitar problemas de costas. nas crianças/ jovens.
  • O peso da mesma não deve exceder 10 a 15% do peso corporal devido às alterações biomecânicas na coluna que poderão ocorrer com esta sobrecarga,
  • A mochila deve ser usada nos 2 ombros para evitar desequilíbrios na coluna,
  • É importante distribuir o peso/materiais (nomeadamente os manuais) de forma adequada nos compartimentos da mesma,
  • É recomendado fazer uma gestão adequada dos materiais transportados, ou seja, a criança/ jovem deve ter consigo apenas os materiais estritamente necessários a cada dia. O uso dos cacifos, das novas tecnologias ou até a possibilidade de os manuais poderem ser divididos em fascículos são algumas das medidas em análise e que poderão ser uma alternativa válida.

Para além de pôr em prática estes conselhos, é recomendado criar hábitos cada vez mais precoces de prática desportiva orientada, de forma a evitar que este problema aflija as nossas crianças e os jovens.

Adaptado da campanha “Olhe pelas suas costas”

Texto de Gonçalo André